Um topo de linha que quebra recorde de desempenho, mas que você não consegue comprar no Brasil: esse é o cenário curioso em que o iqoo ultra supera rivais como o RedMagic 11 Pro Plus no ranking do AnTuTu de fevereiro de 2026. O celular da vivo assumiu a liderança entre os flagships e desbancou o campeão de janeiro.
Na prática, isso levanta uma dúvida bem direta para o consumidor brasileiro: se o iqoo ultra supera os concorrentes em performance, faz sentido segurar a carteira esperando um aparelho que nem tem previsão oficial para o nosso mercado, enquanto marcas como RedMagic, Honor e outras brigam pelo mesmo público lá fora?
O que significa o iQOO Ultra liderar o AnTuTu em fevereiro de 2026?
Em fevereiro de 2026, o iQOO 15 Ultra assumiu o topo do ranking de performance do AnTuTu entre os flagships, passando o RedMagic 11 Pro Plus, que era o líder de janeiro.
O AnTuTu é um dos benchmarks mais usados para medir desempenho bruto em smartphones, somando CPU, GPU, memória e experiência geral. Quando o iQOO 15 Ultra aparece na frente, ele não está só ganhando um troféu simbólico: isso indica que, em cenários pesados como jogos, multitarefa intensa e uso prolongado, ele tende a entregar mais folga de performance que os rivais diretos listados no mesmo ranking.
O dado relevante aqui é a troca de posições: o RedMagic 11 Pro Plus, que ocupava o topo em janeiro, foi ultrapassado justamente pelo iQOO. Ou seja, o modelo da vivo não está apenas “entre os mais rápidos”, ele efetivamente tomou o lugar de um aparelho já conhecido por focar em potência.
Outro ponto curioso é o comportamento do Honor WIN, citado como o único com queda mais acentuada na lista em relação aos demais smartphones. Isso mostra como o ranking é dinâmico: basta um ou dois lançamentos fortes ou ajustes de software para mudar totalmente a ordem do pódio.
Para completar o cenário, o vivo X300, que ainda aparecia em décimo lugar em janeiro, simplesmente saiu da relação em fevereiro. Isso sugere que novos modelos mais potentes (ou melhor otimizados) entraram no radar do AnTuTu, empurrando o X300 para fora do top 10.
Se o iQOO Ultra supera rivais, o que acontece com RedMagic, Honor e vivo X300?
O fato de o iQOO Ultra superar o RedMagic 11 Pro Plus no ranking muda a hierarquia de desempenho, mas não apaga o resto do mercado: os outros modelos seguem relevantes, só não estão mais no topo.
Começando pelo RedMagic 11 Pro Plus: ele era o líder do mês anterior e agora foi ultrapassado. Isso não transforma o aparelho em “lento”, longe disso. Ele continua no topo do benchmark, apenas perdeu o primeiro lugar. Para quem olha o ranking como uma fotografia do momento, a mensagem é simples: se você quer o número 1 em fevereiro de 2026, é o iQOO 15 Ultra; se aceitar o segundo colocado, o RedMagic ainda deve entregar desempenho de sobra para qualquer tarefa atual.
O Honor WIN aparece como caso à parte. Entre todos os modelos listados, foi o único com queda mais acentuada que os demais. Sem números detalhados, o que dá para concluir é que ele perdeu mais posições proporcionalmente, seja porque outros aparelhos foram melhor otimizados, seja porque surgiu um volume maior de flagships mais recentes no ranking.
Já o vivo X300 teve um destino mais drástico: de décimo lugar em janeiro para fora da lista em fevereiro. Isso indica que, em apenas um mês, ele deixou de figurar entre os dez aparelhos com melhor performance no AnTuTu dentro da categoria de flagships. Para quem estava de olho nesse modelo, o recado é claro: a linha de frente em 2026 está se movendo rápido, e o X300 já não é mais referência de topo de ranking.
Em resumo: quando o iqoo ultra supera os rivais e assume o topo, ele puxa a régua de exigência para cima. RedMagic, Honor e até outros modelos da própria vivo precisam correr atrás com novas gerações ou otimizações para não ficarem para trás em listas desse tipo.
Como fica a categoria de sub-flagships com Honor Power 2 e OPPO Reno 15?
Entre os sub-flagships, o Honor Power 2 manteve a liderança em fevereiro de 2026, enquanto o OPPO Reno 15 Pro passou à frente do Reno 15 básico e assumiu a segunda posição.
Essa segunda tabela do AnTuTu é importante porque mostra o que está acontecendo logo abaixo do topo absoluto. Nem todo mundo quer (ou precisa) do campeão de desempenho entre os flagships, mas muita gente mira nos sub-flagships justamente por oferecerem boa performance com custo menor.
Nessa faixa, o Honor Power 2 continua como o mais rápido da categoria, repetindo o desempenho de meses anteriores. Isso indica consistência no pacote de hardware e software, já que ele segue defendendo a ponta mesmo com a chegada de concorrentes novos.
O movimento mais interessante, porém, é a troca interna na linha Reno: o OPPO Reno 15 Pro ultrapassa o Reno 15 base e agora é o segundo colocado. Esse detalhe mostra que, mesmo dentro de uma mesma família de produtos, as versões “Pro” continuam justificando o sobrenome quando o assunto é performance.
Para quem acompanha rankings como o do AnTuTu, esse tipo de movimentação ajuda a entender o posicionamento dos aparelhos: o topo absoluto fica com o iQOO 15 Ultra e o resto dos flagships; logo abaixo, sub-flagships como Honor Power 2 e Reno 15 Pro formam uma espécie de “série A” da segunda divisão, ainda muito fortes para jogos e uso pesado, mas com foco em custo-benefício.
Se você não faz questão de ter o número 1 do ranking, esses sub-flagships podem ser alternativas bem interessantes quando (e se) aparecerem por aqui via importação ou em futuras parcerias com varejistas brasileiros.
iQOO Ultra supera rivais, mas não está no Brasil: vale a pena esperar?

Mesmo liderando o AnTuTu, o iQOO 15 Ultra não está disponível oficialmente nas lojas brasileiras, assim como o RedMagic 11 Pro Plus.
O próprio ranking lembra que tanto o iQOO 15 Ultra quanto o RedMagic 11 Pro Plus “ainda não estão disponíveis nas lojas brasileiras”. Ou seja, por enquanto, a briga entre eles acontece só no papel (e nas mãos de quem importa ou compra via marketplace internacional).
Para ser avisado quando (e se) esses modelos chegarem de forma oficial, usuários fora do Brasil podem usar alertas de preço em sites especializados, mas isso não resolve o problema central do consumidor brasileiro em 2026: não há nenhuma garantia de que esses aparelhos vão desembarcar aqui com suporte local, assistência técnica estruturada e nota fiscal nacional.
Caso você pense em importar, a vantagem de ter o celular que hoje está no topo do AnTuTu precisa ser colocada na balança junto com riscos e custos extras: impostos, possíveis dificuldades de garantia, compatibilidade de bandas e ausência de suporte em português pleno em alguns casos. É o tipo de compra que faz sentido só para entusiastas que aceitam esse pacote completo.
Na prática, enquanto o iqoo ultra supera os concorrentes em benchmark, o impacto imediato para o brasileiro médio é mais indireto: ele pressiona outras marcas a lançarem aparelhos cada vez mais potentes e otimizados, inclusive aquelas que atuam oficialmente no país. Se você prefere segurança de pós-venda e compra facilitada em varejistas nacionais, talvez seja mais interessante acompanhar o que Samsung, Motorola, Xiaomi e outras gigantes estão fazendo em resposta a esse novo patamar de desempenho.
Para quem gosta de acompanhar números, é possível conferir os rankings diretamente no site do benchmark, como no próprio ranking oficial do AnTuTu, que costuma ser atualizado mensalmente.
Ranking do AnTuTu em 2026 ainda importa para o seu uso real?
O ranking do AnTuTu continua sendo um bom termômetro de desempenho bruto em 2026, mas está longe de ser o único critério que deveria guiar a sua compra.
Quando vemos que o iqoo ultra supera o RedMagic 11 Pro Plus e outros rivais, a mensagem principal é: estamos em um momento em que o teto de performance dos flagships está altíssimo. Para jogos pesados, multitarefa com vários apps e uso intenso, qualquer aparelho que aparece no topo da lista tende a entregar sobra de potência para o dia a dia.
O problema é que o benchmark não mede tudo o que conta na prática. Ele não diz como é a política de atualização de software, não fala da experiência da câmera no modo retrato, não mede estabilidade de rede em diferentes operadoras brasileiras, nem considera coisas como aquecimento em clima quente ou a qualidade do pós-venda.
Por isso, usar o AnTuTu como único critério é perigoso. Ele ajuda a separar quem está jogando na divisão de elite, mas não define sozinho quem é “o melhor celular” para você. Em alguns casos, pode fazer mais sentido pegar um modelo um pouco abaixo no ranking, mas que tenha presença oficial no Brasil, assistência confiável e integração melhor com o ecossistema que você já usa.
Em resumo: o ranking mostra que o iQOO 15 Ultra é uma referência de força bruta em fevereiro de 2026. Porém, se o seu uso é mais equilibrado — fotos, redes sociais, produtividade e alguns jogos —, você provavelmente não vai sentir diferença prática entre ele e outros flagships bem posicionados na mesma lista.
Para quem o iQOO 15 Ultra faz sentido em 2026?
O iQOO 15 Ultra faz mais sentido em 2026 para entusiastas de tecnologia que acompanham o mercado global, se interessam por benchmarks e estão dispostos a lidar com importação e eventuais limitações de suporte.
Se você é o tipo de usuário que quer sempre o topo do ranking, joga títulos pesados, gosta de testar configurações no limite e não se incomoda em comprar fora do canal oficial brasileiro, o fato de o iqoo ultra superar o RedMagic 11 Pro Plus no AnTuTu torna esse modelo especialmente atraente — pelo menos em termos de curiosidade e desejo.
Por outro lado, se o seu foco é custo-benefício, tranquilidade com garantia, assistência técnica local e facilidade de revenda, esse não é o aparelho ideal para esperar. A ausência de disponibilidade oficial no Brasil, somada à incerteza sobre se um dia ele chegará por aqui, torna a espera pouco racional para a maioria dos consumidores.
Em 2026, o melhor caminho para a maior parte dos brasileiros continua sendo olhar para os modelos que já estão nas prateleiras nacionais e usar o AnTuTu apenas como referência complementar, não como guia absoluto. Se um dia o iQOO 15 Ultra desembarcar oficialmente por aqui, aí sim a conversa muda — até lá, ele é mais um símbolo de até onde o desempenho dos smartphones já chegou do que uma opção real de compra para o dia a dia.







